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Saúde > Rio intensifica fiscalização sobre preservativos e materiais usados na confecção de fantasias

Extraído de Agência Brasil - 7 meses atrás (10 de fevereiro de 2010 às 17:20 hs.)

Brasília - A Operação Carnaval, realizada pela Instituto de Pesos e Medidas do Rio de Janeiro (Ipem-RJ), visitou até agora 68 estabelecimentos comerciais na capital fluminense e região metropolitana. No total, o Ipem já fiscalizou 26.220 preservativos masculinos. “Nenhum estava irregular”, informou hoje (10) o diretor de Qualidade do Ipem-RJ, Sergio Macedo. A inspeção vai até a próxima sexta-feira (12).

“O que a gente vem percebendo é que não se compra mais camisinha fora da certificação. No início, a gente encontrava muito. Com a manutenção da atividade ao longo dos anos, a gente já não percebe mais isso”, disse Soraya Santos, presidente do Ipem, órgão vinculado à Secretaria Estadual de Desenvolvimento do Rio (Sedeis). Ela destacou, entretanto, que a fiscalização sobre as camisinhas não deixará de ser feita, “para evitar que haja uma volta ao mercado desses itens ruins”.

Dez equipes do Ipem participam da Operação Carnaval. No interior do estado, esclareceu o diretor de Qualidade do Ipem, é realizada uma fiscalização de rotina durante todo o ano. Segundo ele, também não foram encontradas irregularidades em nenhum município.

Macedo alertou, porém, sobre a importância de os consumidores verificarem não apenas a marca do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inmetro) no preservativo posto à venda. Eles devem ficar atentos a outras questões, como embalagem e prazo de validade, embora a certificação seja uma garantia de que a “camisinha” pode ser comercializada. “Mas verifica se o prazo de validade dele está correto, se não está vencido; se aquela embalagem não foi violada, está perfurada ou foi armazenada em local exposto a sol”.

De acordo com ele, os consumidores devem evitar comprar preservativos em locais que não sejam considerados estabelecimentos regulares, como vendedores ambulantes e barraquinhas. Na cidade do Rio e na região metropolitana, a meta do órgão é visitar pelo menos 100 estabelecimentos comerciais, especialmente drogarias.

O Ipem também verificou se os materiais comercializados para confecção de fantasias têm qualidade. “Nesta época do ano se compra muito material de armarinho para montagem de fantasias. E o Ipem verifica se há garantia de qualidade ao consumidor nesses itens”, afirmou Soraya. Os técnicos do órgão verificam ainda os brinquedos usados como complementos de fantasias, porque têm certificação obrigatória, por questões de segurança.

Edição: João Carlos Rodrigues

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