Bolsonaro confirma em entrevista que nomeará, caso vença, o General Augusto Heleno a Ministro da Defesa

Bolsonaro confirma em entrevista que nomeará, caso vença, o General Augusto Heleno a Ministro da Defesa

Agora você não pode continuar loteando os ministérios para gente que não tem qualquer intimidade com aquilo que deveria ser feito.O senhor já tem quais nomes definidos para mi

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Agora você não pode continuar loteando os ministérios para gente que não tem qualquer intimidade com aquilo que deveria ser feito.O senhor já tem quais nomes definidos para ministro?

Não vou falar em ministro, mas o Paulo Guedes é um excelente nome para Fazenda e Planejamento, que vai ser um ministério só. O Ministério da Defesa já conversei e acertei, quem vai indicar o quatro estrelas vai ser o general Augusto Heleno. Eu tenho conversado com setores do agronegócio. O futuro ministro da Agricultura e Meio Ambiente, que vai ser um ministério só, (quem indicará) vão ser as entidades produtoras (rurais) do Brasil.

O General Augusto Heleno graduou-se aspirante-a-oficial de cavalaria em 1969, na Academia Militar das Agulhas Negras, sendo o primeiro colocado de sua turma de cavalaria. Foi também o primeiro colocado de sua turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), recebendo por isso a medalha Marechal Hermes de prata dourada com três coroas.

No posto de major, integrou a missão militar brasileira de instrução no Paraguai. Como coronel, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas, e foi adido militar da Embaixada do Brasil em Paris, acreditado também em Bruxelas

Como oficial-general, foi comandante da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada e do Centro de Capacitação Física do Exército, chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e do Gabinete do Comandante do Exército.De junho de 2004 a setembro de 2005, foi o primeiro comandante militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), constituída de um efetivo de 6250 capacetes azuis de 13 países, dos quais sete latino-americanos.

Da mesma forma que o embaixador chileno Juan Gabriel Valdés, representante especial do secretário-geral da ONU e chefe da missão, e dos governos de países latinos, o General Heleno expressou sua discordância quanto à estratégia adotada pela comunidade internacional em relação ao Haiti.

Sucedeu-o, no comando da MINUSTAH, o general Urano Teixeira da Mata Bacelar, que acabaria por suicidar-se em Porto Príncipe, quatro meses depois, em janeiro de 2006. Em 2006, deu uma palestra na polêmica Escola das Américas.

Como comandante militar da Amazônia, o general Heleno contestou a política indigenista do governo Lula, que qualificou de "lamentável para não dizer caótica", durante palestra no Clube Militar, no Rio de Janeiro, à época da demarcação da terra indígena de Raposa/Serra do Sol.

Afirmou que os índios "gravitam no entorno dos nossos pelotões porque estão completamente abandonados". 

Em 9 de maio de 2011, numa cerimônia no Quartel General do Exército em Brasília, passou para a reserva e defendeu o movimento militar de 1964,[4] após 45 anos de vida militar.

Atuou como consultor de segurança e assuntos militares do Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde também colaborava com comentários na programação das emissoras.[6]Atualmente exerce o cargo de diretor de comunicação e educação corporativa do COB (Comitê Olímpico Brasileiro).