Vizinha reconhece sequestradora de bebê nas redes sociais e mulher é presa

Uma mulher de 47 anos foi presa, nesse domingo (21), por sequestrar um recém-nascido do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), no Centro de Recife (PE). Para entrar na un

Uma mulher de 47 anos foi presa, nesse domingo (21), por sequestrar um recém-nascido do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), no Centro de Recife (PE). Para entrar na unidade de saúde, ela fingiu ser uma paciente e foi presa após uma vizinha reconhecê-la nas redes sociais.

À Polícia Civil, Eliane Antônia de Oliveira disse que levou o bebê, pois está com depressão devido à morte de um filho, ocorrida há um mês. No último sábado (20), entrou no hospital e ao ver um desentendimento do pai da criança com funcionários, resolveu levá-la achando que ela seria melhor cuidada por ela.

Após ser informada do desaparecimento do recém-nascido, a Polícia Civil trabalhou com as hipóteses de sequestro e de que a família poderia ter feito a retirada sem comunicar a administração do Imip. Porém, após o pai ser interrogado, a segunda suspeita foi descartada.

Notícias mostrando a ação da mulher foram compartilhados nas redes sociais e a criança localizada pelos policiais no bairro de Afogados, após uma pessoa comentar que a mulher se parecia com uma vizinha. Chegando à residência da suspeita, a criança estava em um quarto preparado para receber um recém-nascido. Aos policiais, a mulher confessou a ação praticada e recebeu voz de prisão.

 A criança foi entregue aos pais biológicos nesse domingo e o Imip será investigado pela Polícia Civil. O BHAZ entrou em contato com o setor de comunicação do hospital, mas os responsáveis não foram localizados.

 Ao G1, o hospital informou que a criança passa bem e que o estado de saúde é estável. Por conta do ocorrido, a administração do hospital fará a instalação de câmeras e aumentará o número de porteiros e da iluminação interna. Para que ninguém se passe por funcionários ou pacientes, serão exigidos o uso de crachás e pulseiras para pacientes e acompanhantes. 


Este artigo foi analisado e verificado data 22/04/2019 Categoria: Local por meio de: Sugerir uma correção

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